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DIREITO DO CONSUMIDOR: ANVISA REGULAMENTA OS SEGREDOS DE NOSSAS AVÓS SOBRE PLANTAS MEDICINAIS

22 março 2010 No Comment

Por Valéria Reani

Saudosos tempos em que nossas bisavós e avós iam buscar na sabedoria da Natureza o equilíbrio para a nossa saúde física e mental e exercitavam de forma prática o que já haviam aprendido de seus antepassados assim, Através da sabedoria oral, passada para Novas Gerações, uma humanidade sustentava os conhecimentos da medicina popular da floresta.

Os Benefícios das chamadas “drogas vegetais” passam de geração em geração.

Quase todo mundo já ouviu falar alguma planta casca de folha, um raiz ou flor que ajuda aliviar os sintomas de um resfriado ou mal-estar.

Unindo ciência e tradição popularizar, quer um uma Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), esse conhecimento, esclarecendo como e quando as drogas vegetais Devem ser usadas para se Alcançar efeitos Benéficos. A medida faz parte da RDC 10, publicada na quarta-feira (10/03/2010).

Quantas avós iam colher em seu jardim folhas para fazer um chá e tratar uma dor de barriga neto de um. Por trás desta simples ação existe um gigantesco universo de sabedoria, amor e cultivo a vida.

Esta sabedoria quase adormecida nos tempos atuais e, principalmente, nas grandes cidades é de essencial benefício para todos nós. A regulamentação do uso medicinais das plantas, não somente Beneficia o Ser Humano como também conserva o patrimônio intelectual da humanidade.

São muitas as receitas das nossas avós. Algumas são conhecidas: para curar dor de cabeça faziam um chá, um limão descascado onde cortavam e colocavam para ferver na água junto com um dente de alho e mel de abelha produziam e compressas de um punhado de folha de Picão-vinagre com roxo na testa .

Hoje já é do conhecimento que o alho é um famoso expectorante e muita gente tem o hábito de ferve-lo em água. No entanto, para melhor aproveitar as propriedades terapêuticas, o ideal é deixa-lo macerar, ou seja, descansar em água à temperatura ambiente como avós.

Inaladas, ingeridas, usadas em gargarejos ou em banhos de assento, como vegetais drogas Têm formas específicas de uso ea ação terapêutica é totalmente influenciada pela forma de preparo.

Cadastre-se e solicite as receitas reconhecidas pela ANVISA, no site www.valeriareani.com.br

Outra novidade da resolução diz respeito à segurança: a partir de agora as empresas vão precisar notificar (informar) à Agência sobre a fabricação, dessas drogas Importação e Comercialização vegetais sem mínimo de cinco em cinco anos. Os produtos também vão passar por testes que garantam eles que estão livres de microrganismos como bactérias e sujidades, além da qualidade e da identidade.

Além disso, os locais de produção Deverão Cumprir as Boas Práticas de Fabricação, para Evitar que ocorra, por exemplo, contaminação durante o processo que vai da coleta, na natureza, até a embalagem para venda. As embalagens dos produtos Deverão Conter, dentre outras informações, o nome, CNPJ e endereço do fabricante, número do lote, datas de validade e fabricação, com base ALEGAÇÕES terapêuticas comprovadas não uso tradicional, além Precauções e contra indicações de uso, advertências específicas de Para cada caso.

Drogas vegetais e fitoterápicas

Como também não drogas vegetais confundidas medicamentos fitoterápicos COM OS. Ambos são obtidos de plantas medicinais, porém Elaborados de forma diferenciada. Enquanto as drogas vegetais são constituídas da planta seca, inteira ou rasuradas (partida em pedaços menores) utilizadas na Preparação dos populares “chás”, os medicamentos fitoterápicos são produtos tecnicamente mais Elaborados, apresentados na forma final de uso (comprimidos, xaropes e cápsulas) .

Todas as drogas vegetais Aprovadas na norma para o São alívio de sintomas de doenças de baixa gravidade porém, Devem ser rigorosamente seguidos Apresentados os cuidados na embalagem desses produtos, de modo que o uso seja correto e não leve a problemas de saúde, como reações adversas ou mesmo toxicidade.

Diante dessa maravilhosa novidade da ANVISA, deu até vontade de tomar um chá da vovó!

Respeite os Direitos Autorais

VALÉRIA Reani

ADVOGADA-OAB / SP 106061

Graduada E PÓS Graduada em Direito pela Universidade

Católica de Santos-UNISANTOS com especialidade em Direito do Trabalho,

Direito do Consumidor, Meio Ambiente, Responsabilidade Social

EXTENSÃO em Direito ea Internet e Tecnologia da Informação

Autora de Publicações Digitais: “A Advocacia Preventiva”, “Advocacia”

“Eo Direito do Consumidor” e outras comércio “entre

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