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MASSACRE EM REALENGO pode estar ligado à BULLYING

7 abril 2011 No Comment

Atirador invade escola e mata crianças no Rio de Janeiro (07/04/11) Vítima de Bullying
Segundo relatos de testemunhas, Welington teria sofrido bullying na escola, mas ainda não se sabe se esse seria o motivo da tragédia. Conhecidos dele disseram que Welington não costumava ter amigos e que ultimamente estava barbudo.

De acordo com o tenente-coronel Djalma Beltrame, comandante do 14º BPM (Bangu), o atirador teria deixado uma carta, com frases desconexas, falando de islamismo e a terrorismo. A Delegacia de Homicidios já está em posse da carta.

Por não ter estrutura para receber grande quantidade de feridos, as crianças feridas estão sendo transferidas, de helicóptero, do Albert Schweitzer para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, e também para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna.

O Hemorio pede a quem puder que doe sangue. Para mais informações o telefone do Disque-sangue é (21) 2332 8629 (21) 2332 8629.

Atirador morreu após ser baleado

O governador Sérgio Cabral informou em coletiva à imprensa que o atirador Welington Menezes de Oliveira se matou após ser baleado nas pernas pelo terceiro sargento da polícia militar Alves. De acordo com Cabral, o PM foi alertado por dois estudantes feridos e uma professora da chacina e se encaminhou para a instituição de ensino. Lá, ele se deparou com o atirador subindo as escadas para o terceiro andar e preparado para continuar com o ataque. Ao cair no chão ferido, Welington se matou.

Cabral classificou o atirador como um “psicopata” e “animal”. Ele disse que os pais das vítimas estão recebendo assistência. O sargento Alves foi chamado de “herói”, pois sem ele o número de mortes seria ainda maior.

O prefeito Eduardo Paes informou que Welington conseguiu entrar na escola porque é ex-aluno e nesta quinta se comemorava 40 anos da instituição de ensino. Ele garantiu que a escola não será fechada. “Ela vai continuar funcionando e construindo sonhos. Claro que amanhã não haverá aulas”.

Islamismo e doença mental

Welington era filho adotivo e cresceu em Realengo. A irmã de criação, Rosilane, 49, disse ao jornalista Ricardo Boechat, da rádio Bandnews Fluminense, que ele não estava regulando bem e que estava muito focado em assuntos sobre o islamismo.

“Ele estava morando sozinho em Sepetiba (Região Sul-Fluminense). Na época das eleições (outubro de 2010), ele veio aqui na com uma barba muito grande. Ele é meio estranho mesmo, falava muita besteira, coisa de mulçumano. Minha mãe era testemunha de jeová. Ele vivia no computador, não saía para a rua, não tinha amigos”, relatou.

O subprefeito da Zona Oeste, Edimar Teixeira, que teve acesso à carta deixada pelo atirador, disse que Wellington Menezes de Oliveira teria problemas mentais.

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